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Turismo
Seis jovens argentinos desvelam Buenos Aires

Nomes da nova cena portenha dão dicas de onde ir e o sociólogo Sergio Levinsky fala de tour futebolístico

Mais de 80 voos semanais ligam São Paulo a Buenos Aires, que ocupa o primeiro lugar no ranking dos destinos internacionais mais procurados pelos turistas brasileiros.

Para que sua visita à cidade não se restrinja às indicações mais triviais, a Folha traz, nesta edição, dicas de seis argentinos: o chef Martín Lukesch, o casal de sommeliers Santiago Mymicopulo e Inés Mendieta, o escritor Oliverio Coelho, o grafiteiro Tester e a estilista Paola Cohen.

Todos eles disseram ter seus trabalhos influenciados diretamente pela metrópole. Buenos Aires segue, assim, muito bem representada na moda, na arte, na literatura e na gastronomia. Para a produção das fotos que ilustram o caderno, os seis foram convidados a se reunir no estádio art déco vermelho e branco do Club Atlético Huracán (www.clubahuracan.com.ar) -para quem quiser conhecer, ele fica na avenida Amancio Alcorta, 2.544.

Nenhum dos participantes da nossa "comissão técnica" torce para o Huracán, cuja história começou em 1903. Mas eles não tiveram problemas em aderir à brincadeira.

A nova Buenos Aires seguiu para Palermo Viejo, que está cada vez mais bacana, sempre traz novidades, e também mergulha no futebol, que para o povo portenho é algo muito "cool".

Papo de bola

Para quem quiser ir à fundo no tema "futebol", o sociólogo e jornalista argentino Sergio Levinsky fez texto exclusivo para a Folha sobre um tour que agradará até os mais fanáticos. Entre as dicas, recomenda a visita ao Racing Club e ao Independiente, dois dos clubes que têm as maiores torcidas, separados por uma rua. Na página a seguir, leia texto do colunista da Folha Xico Sá.

Ele fala sobre a relação que a capital argentina faz entre tango, futebol e literatura e o culto de Maradona não como rei -como fazemos com Pelé no Brasil- mas como "Deus".

Priscila Pastre-Rossi. Colaborou Rafael Mosna
Folha de São Paulo, 18.03.2010

 
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