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Arquivo de Notícias

O mea-culpa da elite: o que pessoas influentes da América Latina pensam sobre política e economia
05/06/2009,17h:37m
 
valor
 
Editorial junho 2009
05/06/2009,16h:06m
 
Cristina Kirchner, presidente da Argentina, enfrentará neste mês a difícil disputa nas eleições que renovarão metade da Câmara e um terço do Senado. Sob uma má fase econômica, a presidente busca apoio político fundamental à governabilidade. Assim, adiantou em quatro meses as eleições e, estrategicamente, lançou o bloco dos Kirchner: seu marido Nestor Kirchner (ex-presidente), além de Daniel Scioli (governador da província de Buenos Aires) e Sergio Massa (chefe do gabinete de Crisitna). Para obter o apoio da população, tentou encantar a classe média ao anunciar linhas de financiamento para compra da casa própria, a um mês das eleições. Foi pouco, porque os últimos dias não têm sido fáceis: depois de receber Hugo Chávez, da Venezuela em sua residência, Cristina teve que engolir a nacionalização (pela Venezuela) de empresas do grupo Techint: a Tubos e Aços da Venezuela (Tavsa); Materiais Siderúrgicos (Matesi) e o Complexo Siderúrgico Guayana (Comsigua). A ação venezuelana gerou desconforto e desconfiança por parte da população sobre a real capacidade do governo em zelar por suas indústrias e pela escolha dos parceiros comerciais. A cereja do bolo foi a frase de Chávez a Lula, captada sem querer, de que somente não nacionalizará empresas brasileiras. Imediatamente a Argentina pediu explicações e, no diz-que-diz-que, Chávez fez o de sempre: jogou a batata quente ao seu corpo diplomático, que precisa sempre acalmar o mundo depois dos arroubos verbais de seu presidente. (Participe da enquete do mês sobre Chávez e o BNDES). Para piorar, a Universidad Católica Argentina (UCA), divulgou estudo que escancarou a piora da competitividade argentina. De um total de 57 países estudados, e utilizando 301 diferentes critérios mensuráveis, o estudo avaliou quatro fatores de produtividade: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infra-estrutura. Com base nos dados, a UCA elaborou Anuario 2009 de Competitividad Mundial, no qual a Argentina cai três pontos em relação ao último ranking, de 2008. Tanto em eficiência governamental como empresarial, a Argentina se coloca em última posição (Veja a matéria completa publicada pelo La Nacion, divulgada em Colunas, neste Portal). Parece que o consolo vem do Brasil: apesar da queda de 36% no comércio bilateral neste ano e o crescente protecionismo argentino, as concessões são predominantemente brasileiras que limitou suas exportações em autopeças e no setor de papel e celulose e agora estuda novas limitações em móveis e calçados. Temos que aguardar para saber o que a população argentina está achando de tudo isso. Dia 28 está aí!
 
Íntegra da resolução da OEA que revoga suspensão a Cuba
04/06/2009,15h:31m
 
O Portal América Latina, em reconhecimento à decisão histórica e equilibrada de revogar a suspensão de Cuba pela OEA, apresenta um Editorial especial, a íntegra dessa resolução:................................................ A Assembleia Geral: Reconhecendo o interesse partilhado na plena participação de todos os Estados-membros; Guiada pelos propósitos e princípios estabelecidos da Organização dos Estados Americanos contidos na Carta da organização e em seus demais instrumentos fundamentais relacionados à segurança, à democracia, à autodeterminação, à não-intervenção, aos direitos humanos e ao desenvolvimento; Considerando a abertura que caracterizou o diálogo dos chefes de Estado e de Governo na 5ª Cúpula das Américas, em Port of Spain, e que, com esse mesmo espírito, os Estados-membros desejam estabelecer um marco amplo e revitalizado de cooperação nas relações hemisféricas; e tendo presente que, em conformidade com o artigo 54 da Carta da Organização dos Estados Americanos, a Assembleia Geral é o órgão supremo da Organização Resolve: 1. Que a resolução VI adotada em 31 de janeiro de 1962 na 8ª reunião de consulta de ministros das Relações Exteriores, mediante a qual se excluiu o Governo de Cuba de sua participação no Sistema Interamericano, fica sem efeito na Organização dos Estados Americanos. 2. Que a participação de Cuba na OEA será o resultado de um processo de diálogo iniciado por solicitação do Governo de Cuba e em conformidade com as práticas, os propósitos e princípios da OEA.
 
El agua, ¿un derecho o una mercancía?
03/06/2009,15h:57m
 
rebelion
 
Los culpables de la gripe porcina, por Ignacio Ramonet
03/06/2009,15h:46m
 
rebelion
 
FAO: agricultura é fundamental para reduzir efeito estufa
03/06/2009,11h:36m
 
afp
 
ONG adverte que direitos indígenas continuam sendo desrespeitados
01/06/2009,11h:33m
 
Le Monde
 
Consumo de carne está ligado à destruição da Amazônia, diz Greenpeace
01/06/2009,11h:30m
 
FT
 
La Argentina es cada vez menos competitiva
01/06/2009,11h:03m
 
la nacion
 
Morador de Buenos Aires se acha o mais culto da América Latina
25/05/2009,12h:10m
 
oesp
 
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