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Arquivo de Notícias

Homenagem à Carlos Fuentes
16/05/2012,09h:10m
 
Hijo de padres diplomáticos, Carlos Fuentes, el más prominente de los narradores mexicanos modernos nació en Panamá, el 11 de noviembre de 1928. Estudió en Suiza y Estados Unidos. Luego vivió por diferentes periodos en Quito, Montevideo, Río de Janeiro, Washington, Santiago y Buenos Aires. En su adolescencia regresó a México, donde se radicó hasta 1965. El tiempo que pasó en su país marcó definitivamente su obra, inmersa en el debate intelectual sobre la filosofía de “lo mexicano”. Su primer libro, “Los días enmascarados”, se publicó en 1954, y desde entonces Fuentes no ha dejado de preocuparse por la identidad mexicana y los medios adecuados para expresarla. Un hito fundamental en este clima de preocupaciones intelectuales, fue la fundación, en 1955 junto con Emmanuel Carballo y Octavio Paz, de la ya mítica Revista Mexicana de Literatura. La repercusión que alcanzó con sus primeras novelas ( La región más transparente, en 1959; y La muerte de Artemio Cruz, en 1962) lo proyectó como una de las figuras centrales del llamado “boom” de la novela latinoamericana. Al igual que los demás intelectuales que participaron de este fenómeno, su compromiso político y social con ha sido, desde entonces, un un rasgo fundamental de su carrera intelectual: "Lo que un escritor puede hacer políticamente - afirmó en un ensayo para la revista Tiempo Mexicano, en 1972 - debe hacerlo también como ciudadano. En un país como el nuestro el escritor, el intelectual, no puede ser ajeno a la lucha por la transformación política que, en última instancia, supone también una transformación cultural." Fuentes es graduado en Derecho en la Universidad Autónoma de México y en el Instituto de Altos Estudios Internacionales de Ginebra (Suiza). Ha sido delegado de México ante los organismos internacionales con sede en Ginebra, en el Centro de Información de la ONU en México, en la Dirección de Difusion Cultural de la UNAM y en la Secretaría de Relaciones Exteriores. Fue embajador de México en Francia (de 1972 a 1976) y jefe de la Delegación de México en la reunión del grupo de los 19 paises en desarrollo participantes en la Conferencia sobre Cooperación Económica Internacional. Figura central e indispensable de la novelística moderna en castellano, entre los títulos más importantes de la obra de Fuentes destacan: “La región más transparente” (1959), “Zona sagrada” (1967), “Cambio de piel” (1967), “Terra nostra” (1975), “Cristóbal Nonato” (1987) y “Los años con Laura Díaz”. Otros títulos suyos de especial significación podrían ser “Agua quemada” (1981); “Gringo viejo” (1985) y la reciente “La silla del águila”. Fuentes mismo ha organizado su obra en un vasto árbol titulado “La edad del tiempo”, donde conviven sus novelas con sus libros de relatos y su prolífica labor de ensayista (que abarca desde el fundacional estudio “La nueva novela hispanoamericana” hasta el reciente “En esto creo” (2002). Ha recogido su obra suelta en numerosos volúmenes, tiene numerosos guiones cinematográficos y algunas piezas teatrales de gran originalidad (son notables, por ejemplo, sus obras “El tuerto es rey”, 1971, y “Orquídeas a la luz de la luna”, 1982). Desde hace cuatro décadas, la vida de Carlos Fuentes es un periplo itinerante: lo mismo vive durante algunas temporadas en París que enseña en Princeton, Harvard, Columbia y Cambridge. Su intensa vida académica se resume en los título de Catedrático en las Universidades de Harvard (USA) y Cambridge (Inglaterra), así coma la larga lista de sus doctorados honoris causa (por las Universidades de Harvard, Cambridge, Warwick, Essex, Miami, Chicago...) Algunos de los premios y reconocimientos que ha recibido el escritor mexicano son: Premio Biblioteca Breve, el Premio Nacional de Literatura de México (México), el Premio Rómulo Gallegos, el Premio Alfonso Reyes, el Premio Miguel de Cervantes, el Premio Menéndez Pelayo en 1992, la Legión de Honor francesa en 1992, el Premio Príncipe de Asturias de las Letras 1994, el I Premio a la Latinidad, concedido por las Academias francesa y brasileña de la Lengua, 1999, la Medalla de Honor Belisario Domínguez (que concede el Congreso de su país), y muchos otros. Actualmente, Fuentes colabora en las más importantes revistas y publicaciones literarias de América Latina, Estados Undios y Europa. Fonte: Club Cultura. Acesso: http://www.clubcultura.com/clubliteratura/clubescritores/carlosfuentes/perfil.htm, em 16/05/2012.
 
Estudio BID-BAD analiza futuro de relaciones Asia y América Latina
15/05/2012,10h:47m
 
bid
 
El Salvador se convertirá en el centro de capacitación geotérmica para América Latina y el Caribe co
15/05/2012,10h:44m
 
bid
 
Vivienda propia: sólo un sueño para millones de latinoamericanos
15/05/2012,10h:42m
 
bid
 
A constante transformação do tango
15/05/2012,09h:49m
 
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Das embarcações à globalização
15/05/2012,09h:44m
 
Das embarcações à globalização . Em geral, nós entendemos a globalização como um fenômeno moderno. No entanto, há praticamente cinco séculos, Ásia e América Latina eram grandes parceiros comerciais. As embarcações comerciais espanholas navegavam frequentemente pelo Oceano Pacífico, entre Manila e Acapulco, para comercializar especiarias e seda vindos da Índia e da China em troca da prata das grandes minas do México e Peru. A relação entre o que se conheceu como Índias Orientais e Índias Ocidentais era sólida e rentável. Hoje estamos testemunhando uma intensificação nas relações históricas entre Oriente e Ocidente. Desde 2000, o comércio entre a Ásia, América Latina e o Caribe cresceu a uma taxa média anual de 20%, chegando a quase US$ 442 bilhões em 2011. Atualmente, a China é o segundo maior parceiro comercial na América Latina, disputando a liderança com os Estados Unidos. Além disso, os fluxos de investimentos estrangeiros diretos entre as duas regiões aumentaram significativamente durante a última década, a partir do impulso de empresas da China, Japão e Coreia no território asiático, e Brasil e México na América Latina. Em apenas oito anos, foram firmados 18 acordos de livre comércio entre as economias de ambas as regiões. Há outros quatro acordos firmados e mais oito em fase de negociação. Cada região está focada em sua vantagem comparativa. A Ásia exporta bens manufaturados em troca de produtos primários como minerais, recursos energéticos e agrícolas da América Latina. Hoje estamos testemunhando uma intensificação nas relações históricas entre Oriente e Ocidente. Desde 2000 o comércio entre a Ásia, América Latina e o Caribe cresceu a uma taxa média anual de 20%, chegando a quase US$ 442 bilhões em 2011 Essa dinâmica relação de investimento e comércio ajudou a América Latina e Caribe a registrarem um crescimento médio de 4,8% na última década, e a Ásia, um crescimento de 7%. Isso reduziu a pobreza e elevará grande parte da população em ambas as regiões no segmento da classe média para a próxima década, o que ajudará a manter o dinamismo da nossa economia. De fato, hoje as nossas regiões são dois motores essenciais do crescimento, que dependem fortemente, e de maneira gradual, o restante das economias mundiais. Um estudo publicado na última semana pelo instituto do Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) oferece uma visão sobre esta nova parceria dinâmica. O relatório "Construindo o futuro das relações entre América Latina, Caribe e a Ásia" não só descreve o grande potencial de aprofundamento dos laços econômicos, como também, e provavelmente isso seja o mais importante, descreve a variedade de oportunidades para compartilhar o conhecimento de desenvolvimento e as experiências que poderiam ajudar ambas as regiões a administrar o crescimento de uma forma que lhes permita maximizar a igualdade social e minimizar o impacto ambiental. A América Latina pode aprender muito dos sistemas de educação de primeiro nível da Ásia, do alto nível de tecnologia e ciência, das políticas externas que levam à formação de cadeias de suprimentos regionais, das parcerias do setor público com o setor privado, e das iniciativas regionais de cooperação financeira. A Ásia poderia se beneficiar da análise das experiências na América Latina para reduzir a pobreza, as políticas dos programas de proteção social, as práticas de produtividade agrícola e a promoção das cidades sustentáveis. Devemos trabalhar juntos para ampliar o investimento e o comércio inter-regionais: a Ásia não é apenas China, Índia e Japão, assim como a América Latina é mais que Brasil, México e Argentina. É necessária uma melhor conectividade. Devemos cooperar para melhorar a nossa infraestrutura, logística e facilitação de atividades comerciais inter-regionais. Há muito que podemos fazer para criar clima favorável para os negócios, e promover o investimento do setor privado em produtos, serviços e tecnologias com valores agregados mais elevados. Ambas as regiões precisam superar o atual modelo de "produtos primários por manufaturas" do comércio e investimento. A combinação de estratégias de desenvolvimento externas, o clima propício para o negócio e o investimento contínuo em capital humano, ajudará a manter o progresso alcançado pela Ásia e América Latina. Para garantir o máximo de impacto de conhecimentos inter-regional compartilhado, o Banco Asiático de Desenvolvimento e o Banco Interamericano de Desenvolvimento estabeleceram um acordo de cooperação Sul-Sul para ajudar a seus membros a lidar com questões complexas como integração regional, infraestrutura, energias renováveis, mudanças climáticas, desenvolvimento institucional e políticas sociais. Como presidentes das instituições financeiras líderes de desenvolvimento em ambas as regiões, este ano participamos de nossos respectivos encontros anuais pela primeira vez, para destacar a importância das relações sólidas, que transcendem o estímulo ao comércio e ao investimento. Como parceiros, nós compartilhamos a participação no crescimento sustentável, que protegerá os nossos recursos naturais e o meio ambiente, maximizará as vantagens comparativas de cada região e promoverá o desenvolvimento social equitativo. Embora alguns de nós chamem este momento de "a década da América Latina e do Caribe", outros o chamam de o "século asiático". Acreditamos que se trabalharem juntas, as duas regiões compartilharão uma era de progresso e prosperidade que os capitães dessas antigas embarcações não poderiam sequer imaginar. Luis Alberto Moreno é presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e participou da reunião anual do Banco Asiático de Desenvolvimento realizada na última semana em Manila Haruhiko Kuroda é o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento Fonte: Valor Econômico, 15/05/2012.
 
Estatização é ineficiente, diz especialista em energia
10/05/2012,10h:46m
 
fsp
 
Editorial
10/05/2012,10h:08m
 
Os recorrentes entreveros entre Brasil e Argentina podem passar a impressão de que vai particularmente mal o comércio entre os dois países. Não é verdade. As exorbitâncias protecionistas argentinas, contudo, mais e mais se tornam um empecilho ao progresso do que, enfim, deveria ser a área de livre-comércio do Mercosul. Mais de 8% do comércio exterior brasileiro ocorre com a Argentina, terceiro maior parceiro depois de China e Estados Unidos. Desde 2004, o Brasil tem saldos comerciais crescentes com o vizinho, após nove anos de deficit. Desde 1995, o intercâmbio com a Argentina cresceu tanto quanto as trocas com o restante do mundo (pouco mais de quatro vezes), excluídos os negócios com a China (que se multiplicaram por 34). A integração com a Argentina deveria ter sido mais rápida. Tumultos econômicos dos dois lados da fronteira e o desesperado intervencionismo argentino emperram a liberação do comércio. Excluída, na prática, do mercado financeiro internacional desde o calote de 2001, a Argentina corre o risco de se ver privada de reservas internacionais. O perigo se acentua com a fuga de capitais, mais intensa nos últimos dois anos, e pela escassez de investimentos externos diretos (apenas 11% do que o Brasil recebeu em 2011). O saldo comercial é o balão de oxigênio (ou seja, de moeda forte) argentino. O governo de Cristina Kirchner impôs, em fevereiro, controle burocrático ainda mais rígido de importações, que prejudica em especial empresas brasileiras. Exige que importadores exportem valor equivalente ao de suas compras no exterior, o que produz extravagâncias como indústrias vendendo produtos agrícolas no exterior. Tais medidas ajudaram a reduzir o comércio bilateral, neste primeiro quadrimestre, em 9,5% (no total, o comércio brasileiro cresceu 4,5%). Sem reação do Brasil, o resultado tende a ser ainda pior. O governo Dilma Rousseff pode, é claro, negociar e aceitar algumas restrições dos argentinos, vizinhos importantes -90% das exportações brasileiras para a Argentina são de produtos manufaturados. Os argentinos, porém, deveriam ser os primeiros a refletir sobre a ineficácia de seu intervencionismo. Indústrias padecem de escassez de insumos importados a ponto de interromper a produção. Como a Argentina carece de investimentos e a capacidade ociosa de suas fábricas é mínima, ela precisa importar para poder crescer. Tolerar desvios emergenciais não significa aceitar um congelamento definitivo do Mercosul. As barreiras devem ser provisórias, admitidas sob a condição de que os vizinhos subscrevam um plano para retomar a integração a médio prazo. Já se foi o tempo de passar cheques em branco para sucessivos governos argentinos. Fonte: Folha de S.Paulo, 10/05/2012.
 
Profecia maia: Uma em cada sete pessoas acredita que fim do mundo está próximo, diz pesquisa
09/05/2012,10h:49m
 
oesp
 
Argentina pode intervir no deficitário setor elétrico
09/05/2012,10h:14m
 
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