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Arquivo de Notícias

México e Brasil: a agenda da mudança
19/09/2012,09h:48m
 
fsp
 
A madrinha do inferno
18/09/2012,12h:11m
 
oesp
 
Emilio Palacio e a liberdade
18/09/2012,12h:09m
 
oesp
 
Os marines contra as drogas
18/09/2012,12h:06m
 
oesp
 
Estudio BID-BAD analiza futuro de relaciones Asia y América Latina
15/05/2012,10h:47m
 
bid
 
Das embarcações à globalização
15/05/2012,09h:44m
 
Das embarcações à globalização . Em geral, nós entendemos a globalização como um fenômeno moderno. No entanto, há praticamente cinco séculos, Ásia e América Latina eram grandes parceiros comerciais. As embarcações comerciais espanholas navegavam frequentemente pelo Oceano Pacífico, entre Manila e Acapulco, para comercializar especiarias e seda vindos da Índia e da China em troca da prata das grandes minas do México e Peru. A relação entre o que se conheceu como Índias Orientais e Índias Ocidentais era sólida e rentável. Hoje estamos testemunhando uma intensificação nas relações históricas entre Oriente e Ocidente. Desde 2000, o comércio entre a Ásia, América Latina e o Caribe cresceu a uma taxa média anual de 20%, chegando a quase US$ 442 bilhões em 2011. Atualmente, a China é o segundo maior parceiro comercial na América Latina, disputando a liderança com os Estados Unidos. Além disso, os fluxos de investimentos estrangeiros diretos entre as duas regiões aumentaram significativamente durante a última década, a partir do impulso de empresas da China, Japão e Coreia no território asiático, e Brasil e México na América Latina. Em apenas oito anos, foram firmados 18 acordos de livre comércio entre as economias de ambas as regiões. Há outros quatro acordos firmados e mais oito em fase de negociação. Cada região está focada em sua vantagem comparativa. A Ásia exporta bens manufaturados em troca de produtos primários como minerais, recursos energéticos e agrícolas da América Latina. Hoje estamos testemunhando uma intensificação nas relações históricas entre Oriente e Ocidente. Desde 2000 o comércio entre a Ásia, América Latina e o Caribe cresceu a uma taxa média anual de 20%, chegando a quase US$ 442 bilhões em 2011 Essa dinâmica relação de investimento e comércio ajudou a América Latina e Caribe a registrarem um crescimento médio de 4,8% na última década, e a Ásia, um crescimento de 7%. Isso reduziu a pobreza e elevará grande parte da população em ambas as regiões no segmento da classe média para a próxima década, o que ajudará a manter o dinamismo da nossa economia. De fato, hoje as nossas regiões são dois motores essenciais do crescimento, que dependem fortemente, e de maneira gradual, o restante das economias mundiais. Um estudo publicado na última semana pelo instituto do Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) oferece uma visão sobre esta nova parceria dinâmica. O relatório "Construindo o futuro das relações entre América Latina, Caribe e a Ásia" não só descreve o grande potencial de aprofundamento dos laços econômicos, como também, e provavelmente isso seja o mais importante, descreve a variedade de oportunidades para compartilhar o conhecimento de desenvolvimento e as experiências que poderiam ajudar ambas as regiões a administrar o crescimento de uma forma que lhes permita maximizar a igualdade social e minimizar o impacto ambiental. A América Latina pode aprender muito dos sistemas de educação de primeiro nível da Ásia, do alto nível de tecnologia e ciência, das políticas externas que levam à formação de cadeias de suprimentos regionais, das parcerias do setor público com o setor privado, e das iniciativas regionais de cooperação financeira. A Ásia poderia se beneficiar da análise das experiências na América Latina para reduzir a pobreza, as políticas dos programas de proteção social, as práticas de produtividade agrícola e a promoção das cidades sustentáveis. Devemos trabalhar juntos para ampliar o investimento e o comércio inter-regionais: a Ásia não é apenas China, Índia e Japão, assim como a América Latina é mais que Brasil, México e Argentina. É necessária uma melhor conectividade. Devemos cooperar para melhorar a nossa infraestrutura, logística e facilitação de atividades comerciais inter-regionais. Há muito que podemos fazer para criar clima favorável para os negócios, e promover o investimento do setor privado em produtos, serviços e tecnologias com valores agregados mais elevados. Ambas as regiões precisam superar o atual modelo de "produtos primários por manufaturas" do comércio e investimento. A combinação de estratégias de desenvolvimento externas, o clima propício para o negócio e o investimento contínuo em capital humano, ajudará a manter o progresso alcançado pela Ásia e América Latina. Para garantir o máximo de impacto de conhecimentos inter-regional compartilhado, o Banco Asiático de Desenvolvimento e o Banco Interamericano de Desenvolvimento estabeleceram um acordo de cooperação Sul-Sul para ajudar a seus membros a lidar com questões complexas como integração regional, infraestrutura, energias renováveis, mudanças climáticas, desenvolvimento institucional e políticas sociais. Como presidentes das instituições financeiras líderes de desenvolvimento em ambas as regiões, este ano participamos de nossos respectivos encontros anuais pela primeira vez, para destacar a importância das relações sólidas, que transcendem o estímulo ao comércio e ao investimento. Como parceiros, nós compartilhamos a participação no crescimento sustentável, que protegerá os nossos recursos naturais e o meio ambiente, maximizará as vantagens comparativas de cada região e promoverá o desenvolvimento social equitativo. Embora alguns de nós chamem este momento de "a década da América Latina e do Caribe", outros o chamam de o "século asiático". Acreditamos que se trabalharem juntas, as duas regiões compartilharão uma era de progresso e prosperidade que os capitães dessas antigas embarcações não poderiam sequer imaginar. Luis Alberto Moreno é presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e participou da reunião anual do Banco Asiático de Desenvolvimento realizada na última semana em Manila Haruhiko Kuroda é o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento Fonte: Valor Econômico, 15/05/2012.
 
Editorial
10/05/2012,10h:08m
 
Os recorrentes entreveros entre Brasil e Argentina podem passar a impressão de que vai particularmente mal o comércio entre os dois países. Não é verdade. As exorbitâncias protecionistas argentinas, contudo, mais e mais se tornam um empecilho ao progresso do que, enfim, deveria ser a área de livre-comércio do Mercosul. Mais de 8% do comércio exterior brasileiro ocorre com a Argentina, terceiro maior parceiro depois de China e Estados Unidos. Desde 2004, o Brasil tem saldos comerciais crescentes com o vizinho, após nove anos de deficit. Desde 1995, o intercâmbio com a Argentina cresceu tanto quanto as trocas com o restante do mundo (pouco mais de quatro vezes), excluídos os negócios com a China (que se multiplicaram por 34). A integração com a Argentina deveria ter sido mais rápida. Tumultos econômicos dos dois lados da fronteira e o desesperado intervencionismo argentino emperram a liberação do comércio. Excluída, na prática, do mercado financeiro internacional desde o calote de 2001, a Argentina corre o risco de se ver privada de reservas internacionais. O perigo se acentua com a fuga de capitais, mais intensa nos últimos dois anos, e pela escassez de investimentos externos diretos (apenas 11% do que o Brasil recebeu em 2011). O saldo comercial é o balão de oxigênio (ou seja, de moeda forte) argentino. O governo de Cristina Kirchner impôs, em fevereiro, controle burocrático ainda mais rígido de importações, que prejudica em especial empresas brasileiras. Exige que importadores exportem valor equivalente ao de suas compras no exterior, o que produz extravagâncias como indústrias vendendo produtos agrícolas no exterior. Tais medidas ajudaram a reduzir o comércio bilateral, neste primeiro quadrimestre, em 9,5% (no total, o comércio brasileiro cresceu 4,5%). Sem reação do Brasil, o resultado tende a ser ainda pior. O governo Dilma Rousseff pode, é claro, negociar e aceitar algumas restrições dos argentinos, vizinhos importantes -90% das exportações brasileiras para a Argentina são de produtos manufaturados. Os argentinos, porém, deveriam ser os primeiros a refletir sobre a ineficácia de seu intervencionismo. Indústrias padecem de escassez de insumos importados a ponto de interromper a produção. Como a Argentina carece de investimentos e a capacidade ociosa de suas fábricas é mínima, ela precisa importar para poder crescer. Tolerar desvios emergenciais não significa aceitar um congelamento definitivo do Mercosul. As barreiras devem ser provisórias, admitidas sob a condição de que os vizinhos subscrevam um plano para retomar a integração a médio prazo. Já se foi o tempo de passar cheques em branco para sucessivos governos argentinos. Fonte: Folha de S.Paulo, 10/05/2012.
 
Auxiliar de Kirchner convenceu-a a nacionalizar YPF .
02/05/2012,10h:01m
 
Wall Street Americas
 
Exportação do Brasil para Argentina cai 30% em abril
02/05/2012,09h:42m
 
valor
 
Brasil rejeita exclusão argentina do G-20
25/04/2012,09h:31m
 
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